Querido Príncipe,
fizeste-me sentir de novo e deixei os impulsos aflorarem. Fugimos os dois para o teu reino e não houve muito tempo para pensar no que fazíamos. Contaste-me Fábulas e lendas maximais, num canto do teu reino a rebentar de cores e tamanhos, e levaste-me ao teu Castelo para vermos o teu reino aos nossos pés.
Agora regresso aos meus dias e espero encontrar os teus olhos de novo junto ao relógio da minha cidade.
Com saudades tuas,
Cinderela
9d 07h16
Foi um impulso que me arrebatou e me conquistou pelo real, emotivo e espontâneo que foi. Estar contigo deu-me vida para aturar a rotina medíocre do reino cinzento, cujas cores no canto de onde saíram as caravelas ficaram opacas depois de voltares para o teu próprio reino. O Castelo há-de ver-nos sem pressas, assim como o burgo típico, enquanto te faço respirar o ar vagabundo destes sítios que o anima e o faz respirar. O meu reino sabes que está a teus pés, assim como eu me rendo face àquilo que me provocas. Falta o baile real deste reino, cujo palco ainda não viste mas que eu guardo na ânsia de to mostrar, num entardecer glorioso que consiga fazer realçar as pequenas concentrações de cenouras que animam o brilho do teu olhar. Anseio por olhar para o teu relógio e esperar por ti. Sinto saudades. A sonhar acordado contigo, o Príncipe
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